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#24
newsletter para relaxar (muito), papear e partilhar entre amigas.
sobre o fim de semana
NOTA EDITORIAL
Olá, chicas!

Quando cliquei para começar essa newsletter simplesmente me deparei que já chegamos a mais de 1000 assinantes! Então queria antes de tudo agradecer exclusivamente a você que está lendo essa nota hoje. Obrigada por estar aqui. Se você chegou agora... bem-vinda! Se gostar do que fazemos por aqui, não deixe de repassar para as amigas. A gente se junta no boca-a-boca por aqui, e isso é o mais legal. ;) 

Como a edição de hoje está um pouco maior que o normal, precisei fazer alguns ajustes e temos menos links, mas espero que curtam e comecem muito bem essa sexta-feira. 

Bom fim de semana a todas!
Beijos,

- Paula
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DICAS PARA FICAR EM CASA
bons motivos para você se curtir
foto:  print by Esther de Groot 
Aprendendo em casa: já indicamos aqui antes, mas repetimos que o Curso de Stories criado pelo Fê Pacheco serve tanto para pessoas curiosas e interessadas, como para quem quer dar aquele gás na sua marca/perfil. O Fê fez um curso completo pelo insta mesmo, super bem organizado. Dá para assistir pelo celular ou pelo PC. Ele sabe todos os macetes possíveis para você virar profissa das funções disponíveis do próprio insta, mas também dá dicas e passo a passo de vários aplicativos, com opções para iOS e android. Inscreva-se aqui e repasse a quem você achar que teria interesse. Vale cada centavo.

Passando na banca: a Marie Claire de janeiro contou a história da bailarina Ingrid Silva e eis aí uma ótima leitura pro domingão.

Para adoçar o dia: natural, cremoso e maravilhoso são as únicas palavras possíveis para esse sorbet caseiro de manga que só tem dois ingredientes. 

Podcast: a nossa Chica da Semana da edição #17 lançou o podcast Tudo sobre coisa nenhuma, e já tem uns ótimos episódios no ar para vocês conhecerem ela mais de perto!
 
Doce lar: cheirinho e boas energias para a casa que estamos desejando, e essa plaquinha da loja as prantinha, da expert de decoração Isadora Attab (chica linda da edição #18!)
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LINKS QUE VALEM O NOSSO CLIQUE
para papear com as amigas
 
foto: pinterest
  • Pelos podem não ser uma opção querida pela maioria das mulheres, mas precisamos entender que isso não é questão de higiene. Algumas mulheres realmente não se importam em ter pelos, e por mais que essa não seja uma escolha pessoal para você, é preciso entender e desmitificar essa ideia de que pelos são “nojentos” ou que isso é anti-higiênico de alguma forma. Ninguém está dizendo que você precisa deixar os pelos crescer se essa não for a sua opção, mas pelos só são pelos. Uma mulher com pelos... só está tranquila com seus pelos. E pelos existem com propósito, ok? Não à toa. Eles estão lá por muitos motivos, desde ajudar a manter a temperatura corporal até impedir proliferação de vírus e bactérias, entre outros. Então vamos lá: você não precisa deixar de se depilar se você está muito bem assim, mas por favor, não xingue ninguém achando que isso é falta de higiene. Não xingue uma mulher que simplesmente não está se importando com essa imposição, mesmo que isso seja irrelevante para você. E lembre-se de que ninguém deixa de tomar banho ou passar desodorante porque não se importa com uns pelinhos crescendo. Agora vamos crescer, respeitar as mulheres que querem seus pelos em paz e discutir coisas mais importantes? Por favor e obrigada.
     
  • Caso você ainda não tenha visto, a Gilette fez um comercial ótimo que virou bem polêmico, colocando a masculinidade tóxica na mesa e falando para os homens melhorarem, agirem como responsáveis e intervirem em situações ruins. O comercial foi elogiado por muitos e chegou rapidamente a mais de 10 milhões de visualizações. Mas vários homens não entenderam nada, se reconheceram no típico homem agressivo e decidiram passar vergonha e fazer um baita desserviço, clamando por boicote à marca. Como diz o jornalista desse artigo do El País, "quem critica não parou para pensar que o anúncio convida o espectador a se identificar com os ‘outros’ homens - os que tentam apartar brigas, evitar situações de assédio a mulheres e defender as vítimas de ‘bullying’ no colégio...".  É incrível como a carapuça serve - e como as pessoas não entendem que “nem todo homem...” não é um argumento relevante quando vários homens estão fazendo coisas horríveis frequentemente.
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CHICAS & LIVROS
para ler e não ver o tempo passar
foto via de cara nas letras
Para o clube das chicas de janeiro, recomendamos esse livro, já viu? 

Mas hoje também temos resenha da Malu Poleti, que vai começar a escrever sobre uns livrinhos por aqui! Eis a leitura comentada de hoje:
Malu indica:

O ano em que disse sim, da Shonda Rhimes.

E se dizer “sim” fosse tão difícil quanto dizer “não”?
É bem comum ouvirmos por aí frases como: ufa! Finalmente, aprendi a dizer não! Ou agora as coisas vão mudar porque eu sei dizer não! Ok. Todas nós sabemos que dizer “não” é fundamental, saber respeitar os nossos limites é essencial para mantermos a nossa saúde mental. Mas você já parou para pensar no poder do “sim”?
Não me refiro ao sim que cede ao outro, que fere os nossos limites. Mas ao “sim” que nos abre para um universo diferente, de autocuidado – alô, chicas! – e aceitação. É com esse “sim” que a Shonda Rhimes nos convida para conhecer a sua história em “O ano em que eu disse sim” (best seller, 256 páginas). Sim, a criadora maravilhosa e poderosa de Grey’s Anatomy e Scandal decidiu tirar um ano de sua vida para dizer sim. Em um relato autobiográfico, Shonda – que abre o jogo e confessa não estar acostumada a falar e a escrever sobre a sua vida pessoal – muda o rumo de sua vida ao ouvir as seis palavras avassaladoras: “você nunca diz sim para nada!”.
A irmã de Shonda – quem lhe abriu os olhos para eterna negação em que a roteirista vivia – nem imaginava o peso que a revelação iria tomar em sua vida! É aquele velho ditado, a verdade dói! E, hoje, a Shonda (e nós também) só temos a agradecer pelo alerta! Sua vida mudou, para sempre. Ao ouvir essas seis palavras, a roteirista premiada decide mudar de vida e dizer "sim" a si mesmo. Faz então um "ano sabático do sim" e passa a se permitir realizar coisas que antes nem se imaginava fazendo. O livro é um relato inspirador e sem amarras sobre tudo aquilo que nos aprisiona de certa forma: o olhar do outro, a carreira, os deveres e as culpas. Fala de maternidade, carreira, medo, corpo e, claro, amor próprio.
Eu o li em 2018 por influência de uma amiga maravilhosa inspiradora (conheçam essa mulher!), mas só agora, em 2019, consegui assimilar o poder do “sim” – sobre esse tempo entre a leitura e a aceitação do conteúdo falo numa outra hora! Obrigada, Mari; Obrigada, Shonda! <3 E você, chica, aproveita que 2019 ainda tá no comecinho e pega esse livrinho poderoso e apaixonante para ler! Eu garanto, de um jeito ou de outro, sua vida vai mudar! A leitura vale para qualquer fase da vida, para qualquer pessoa, para qualquer idade. É a Shonda, gente! Feliz ano todo, chicas!
 
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CHICA DA SEMANA
bate-papos para se sentir inspirada e acolhida
Na edição de hoje, conversamos com a Gabi Barbosa, influencer dos livros, rainha da comunicação, mulherão que faz várias coisas massas ao mesmo tempo (vários projetos que vocês vão amar conhecer) e nos presenteia com ótimos textos e ótimos looks - que quase o levaram a seguir uma vida como consultora de estilo, aliás. Vem ler a entrevista que você vai entender melhor tudo que ela faz. Obrigada, Gabi!

1. Fale um pouco sobre você.
Meu nome é Gabriela Barbosa, semana que vem faço 29 anos e sou aquariana, daquelas bem teimosas e questionadoras. Moro em Belo Horizonte com a minha avó há 2 anos e a nossa vista da cidade é uma das melhores, modéstia à parte. Sou formada em Publicidade e Propaganda e faço atualmente mestrado em Comunicação Social, ambos pela PUC Minas. Minha pesquisa está intimamente ligada à produção literária das mulheres ao longo dos anos e clubes de leitura. É engraçado como um livro pode mudar a sua vida; todo esse processo de escolha do tema da dissertação e a própria vontade de fazer um mestrado apareceu, em grande parte, depois que li Um teto todo seu, um livro de ensaios que a Virginia Woolf publicou no final da década de 1920 e virou um dos meus preferidos de todos os tempos. É na leitura que eu me encontro, que me reconheço e que reconheço o mundo. Felizmente, ela deixou de ser hobby e virou profissão. Gosto de observar o caminho que me trouxe até aqui. Comecei Letras, desisti, fui pra Publicidade e, agora no mestrado, retorno às Letras com um viés comunicacional. E desde que comecei a me declarar feminista, percebi que não conseguiria existir sem estudar mais o movimento, ler as teóricas e pensadoras, beber da fonte que traz credibilidade às nossas lutas e entender o porquê de certas coisas. Tudo isso conversa entre si na minha dissertação e no meio desse ano, se der tudo certo (!!!), entrego a versão final do trabalho. Mas só descobri que era isso que queria fazer quando entrei no mestrado, em 2017. Até lá, tinha tentado ir pelo caminho das agências de publicidade, startups e até pelo caminho da consultoria de estilo, mas eu sentia que neles eu ainda não estava conseguindo dar 100% do que poderia oferecer. É engraçado como precisamos fazer uma volta danada só pra perceber que o que queríamos fazer estava bem na nossa frente, era tão óbvio. Mas achei ótimo poder ter todas essas experiências, porque elas me deixaram mais preparada para passar por essa fase de maneira mais consciente e segura. Tendo a achar que as coisas acontecem mesmo por um motivo, por mais que questione um pouco esse pensamento às vezes. (Olha aí a aquariana se revelando de novo e questionando tudo o que pensa.)
 
2. Como começou a produzir conteúdo para web? Tem planos de continuar trabalhando exclusivamente com isso?
Eu escrevo para web desde os 11 anos e aos 19 virei colaboradora do blog Just Lia falando sobre moda e, em seguida, sobre decoração e tendências. Foi lá que consegui mais visibilidade e que algumas pessoas começaram a saber de mim. Além disso, mantive meu blog, o Teoria Criativa, durante bastante tempo; e a experiência que tive seguindo e registrando a minha experiência com o armário-cápsula fez com que muitas pessoas chegassem até mim, me levasse a um programa na Globo e, até recentemente, entrevistas em jornais grandes e pequenos. Eu gosto muito de compartilhar conteúdo na internet e não pretendo parar, mas quero me dedicas futuramente mais à minha vida acadêmica.
 
3. Durante os seus dias você equilibra freelas, mestrado e vários projetos pessoais que demandam tempo e atenção. Você segue alguma rotina matinal, para começar o dia pronta para tudo isso?
Adoraria dizer que sim, mas a verdade é que não sigo nenhuma rotina. Domingo ou segunda-feira eu organizo o meu calendário semanal com o que preciso fazer e colo post-its na parede com as demandas separadas por dia. E só. Dou prioridade para a confecção da dissertação por estar na reta final, e vou encaixando os trabalhos. Sábado e domingo não são dias de "folga" pra mim, pra falar a verdade. Ainda assim, eu tento perceber quando preciso de uma pausa, aí eu me permito ficar uma tarde assistindo seriados ou um domingo andando de bicicleta. Esse dia a dia meio corrido é algo que consigo lidar, porque amo produzir coisas, colocar minha criatividade para funcionar, e amo produzir tudo o que faço, desde os textos do freela até o conteúdo do podcast e do Instagram. Fiz o meu mapa astral com a Rita Araújo e ela me disse que essa multiplicidade de ofícios, de trabalhos, é uma coisa muito minha. Eu consigo manter trabalhos diferentes ao mesmo tempo, então, só estou seguindo o que dizem os astros, hahah!
 
4. Conta um pouco mais para a gente sobre cada um dos seus projetos pessoais e onde as leitoras podem acessá-los? 
Bom, atualmente, mantenho a minha conta no Instagram onde compartilho um pouco das minhas leituras, dos meus looks, das minhas dicas de lugares para visitar em Belo Horizonte, do meu dia a dia de mestranda e alguns questionamentos (não poderia ser diferente, né?). Tenho uma newsletter -- que passou de um período quinzenal para mensal para eu poder dar conta de tudo -- que está já na 43ª edição, com mais de 1.000 assinantes. Nela, compartilho um pouco de alguns pensamentos que andam rondando a minha cabeça, desde questões sobre o cotidiano até reflexões sobre feminismo e leitura.  O mais recente dos meus projetos, que ainda está engatinhando, é o podcast Uma leitura toda sua, título que foi inspirado no livro que mencionei da Virginia Woolf. Meu objetivo é falar, em uns 20/30 minutinhos, sobre alguma autora ou algum livro escrito por uma mulher de uma forma despretensiosa e tranquila. Conheci podcasts literários, mas nenhum me trazia o que eu procurava, então resolvi fazer eu mesma. A Duds Saldanha me ajudou demais a tomar essa decisão, foi ela que me deu o empurrãozinho que faltava para colocar em prática. A minha intenção é que seja uma conversa mais leve, como um chá da tarde, entre amigas, falando sobre livros. Tenho ficado muito feliz com a repercussão dele, e espero poder fazer ainda muitos e muitos episódios. Por enquanto, ele já está disponível no Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Castbox e Anchor. É só procurar por Uma leitura toda sua que dá para encontrar!
  
5. Descreva uma noite de sexta-feira ideal para você.
Eu me encaixo muito naquela descrição de "pessoas caseiras mas nem tanto" ou "pessoas saideiras mas nem tanto". Então, imagino duas sextas-feiras que seriam perfeitas pra mim. A primeira é aquela sexta com as minhas amigas, conversando e rindo bastante, em algum barzinho ou na casa de uma delas. De preferência, com muitas comidinhas gostosas. E a segunda sexta-feira ideal é aquela que eu enfio a cara nos livros e leio como se não houvesse amanhã, mergulho em alguma história e quase não saio para a superfície. Seria ótimo se tivesse uma taça vinho do lado. Engraçado como até uns anos atrás eu detestava vinho... Chegar perto dos 30 realmente faz a gente rever alguns dos nossos gostos mesmo, né? Hahaha!
 
 
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* PRONTAS PARA O FIM DE SEMANA *
 
♥ 
 
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