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Quando eu cheguei ao RD Summit 2019 para representar a newsletter, eu sabia que enfrentaria bastante desconfiança. "Não preciso de palestra alguma para saber que e-mail não dá mais resultado", disseram.

O que eu não podia imaginar é que eu faria parte de um movimento muito maior, que perpassou palestras das salas, às tendas, até a plenária. Cada uma com o seu foco, mas todas tentando trazer as pessoas para a mesma direção: para trás.

"Como assim andar para trás Beatriz, ficou doida?"

Andar para trás. Dar uns bons passos para longe do que virou o marketing digital nos últimos anos e ver se a gente consegue avistar lááá atrás, meio perdidas, elas mesmo - as pessoas.

O marketing não está indo, ele está voltando.

Voltando a tempos onde não tinha tanto barulho. Não tinha tantas fórmulas. Não tinha tantas ferramentas diferentes.

Tempos em que o foco era entregar valor para uma pessoa de cada vez, e assim para uma multidão. E não para atingir somente a multidão, perdendo de vista os indivíduos que fazem parte dela.

É justamente a individualidade que passa a ser valorizada como estratégia - através de personalização, acessibilidade e proximidade com as pessoas.

Depois de tanto tempo automatizando ao máximo e obtendo leads a qualquer custo, a gente volta duas casas e começa a pensar em fazer o marketing digital que gostaria que fosse feito com a gente.

Mais inclusivo, mais autêntico, mais humano.

É pra trás que se anda para pegar impulso. E depois desses três dias, eu tenho certeza que quem parou para refletir um pouco, vai estar pronto para voar ainda mais longe.
Não sei vocês, mas eu não vejo a hora de ~gatilhos mentais para venda e ~hacks de crescimento que vendem fórmulas prontas e táticas invasivas serem EXTINTOS.

Ao fazer a minha parte por uma internet mais humana e próxima, estou cada vez mais feliz e realizada com a ferramenta que eu escolhi - essa aqui. :)
- Beatriz
~ aqui não tem muita tática não ~

a gente aposta em conteúdo de qualidade, curadoria 100% original, e pede com jeitinho para que você que gosta de assinar essa newsletter, compartilhe ela com os amigos.

e assim vamos crescendo cem-por-cento organicamente 
rumo ao infinito
Sorry not sorry
É basicamente o posicionamento do Instagram depois de copiar o TikTok. Essa semana, eles anunciaram a função Cenas - que é basicamete um story que você consegue editar, cortar, acelerar e colocar músicas no fundo. O que deixa o resultado final bem parecido com um TikTok.

Segundo o próprio diretor de produto do Instagram, o TikTok "merece muitos créditos por ter popularizado esse formato". Do mesmo jeito que Kevin Systrom tinha dado todos os créditos ao Snapchat, na época que o Instagram lançou o Stories - e a gente viu como isso terminou.

Vai ser engraçado de acompanhar se esses vídeos vão pegar mesmo, numa plataforma tão voltada ao ego e à imagem das pessoas. Será que elas vão se permitir ser engraçadas, autênticas e até meio ridículas - como são no TikTok?


O impacto das interfaces de voz
na vida daqueles que mais precisam delas. Essa thread mostra coisas que uma pessoa com deficiência visual consegue fazer, agora que ganhou uma Alexa. Dá tanta esperança no mundo, que a gente até esquece que a Amazon é uma big tech meio do mal hehe

"Por que sua marca deveria saber o que a comunidade LGBTQIA+ espera dela"
Mais um artigo maravilhoso, do ThinkWithGoogle em parceria com a Box1825. Achei extremamente esclarecedor - a começar porque nem sabia que haviam tantas letras na sigla. É necessário sair da bolha.

Chegou o Disney+
Consolidando oficialmente o que está sendo chamada de "streaming wars" desde o início do ano. Esse artigo da JWT é um bom resumo do impacto que todo esse conteúdo disponível pode ter no nosso consumo, e nas marcas envolvidas.

Mais um podcast!
O Podcast GAP tem a proposta (bem legal) de analisar a distância entre a expectativa e a realidade das pessoas, sobre diversos assuntos. O meu foi branding. Falamos bastante sobre o que me levou a essa área e o que eu esperava quando cheguei, e o que eu vejo hoje depois de anos de experiência e de ter trabalhado com grandes marcas. Segue o link para o Spotify, e espero que seja tão legal de ouvir quanto foi de gravar :)
Eu descobri quem era Sheryl Sandberg não por ela ser COO do Facebook, mas quando a carta que ela escreveu para o marido que havia falecido 30 dias antes viralizou em 2015.

Ela encerra o texto falando sobre como vai viver ao máximo o seu "plano B", já que o "plano A" não está mais disponível.

Anos depois, ela escreveu em parceria com Adam Grant esse livro chamado Plano B - sobre luto, superação e resiliência. É daqueles que todo mundo tem que ler.


 
Meu objetivo com essa parte da Bits é retribuir a atenção que essa newsletter tem, emprestando para os projetos de conteúdo de vocês.

Ela surgiu quando eu percebi que muita gente que assina aqui também tem suas próprias iniciativas na internet - podcasts, blogs, newsletters, perfis no Instagram..

Quero dedicar esse espaço à divulgação desses projetos. Por isso, se você produz conteúdo, responda esse e-mail com o link e uma descrição, que se ele tiver a ver com a proposta da Bits ele certamente virá parar aqui ;)
Comecei ontem a sexta (e última!!) temporada de Silicon Valley.

Essa série da HBO é uma sátira à cultura startupeira do Vale do Silício - muito realista, aliás.

Essa temporada começa com o Richard (protagonista e fundador da startup que é pano de fundo para o desenvolvimento da série) sendo entrevistado pelo congresso, numa cena que lembra muito um ~certo fundador.

E segue com uma crítica às big techs, ao acesso aos nossos dados e até uma referência a Game of Thrones. Tem também o uso do Slack na firma, chatbots e até um pouco de branding.

Gosto tanto que estou triste que vai acabar. Recomendadíssima.

Se alguém te encaminhou essa newsletter e você quer receber direto na caixa de entrada toda semana, clique aqui:

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