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UTCAL News - Edição Especial

UTCAL SUMMIT 2022 vai destacar
profissionais e empresas de utilities

Começou a contagem regressiva para o UTCAL Summit 2022, que será presencial entre os dias 29 de março e 1º de abril de 2022, no Windsor Barra Hotel, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Além de uma programação variada, o maior seminário sobre tecnologia TO e telecomunicações em utilities na América Latina vai oferecer dois prêmios às empresas que se destacaram no setor: o ALTA e o Destaque.

ALTA: um prêmio para a excelência de serviços e soluções

O prêmio América Latina Telecom Awards (ALTA) é um reconhecimento à empresa que, ao longo do ano, mais se destacou pela excelência de serviços e soluções, com o uso de inovações tecnológicas em prol da sociedade e/ou de melhorias operacionais. O vencedor ou os vencedores serão escolhidos entre as corporações que usaram seus sistemas de telecomunicações, TI e TO para aprimorar os serviços oferecidos aos clientes e que, com isso, tornaram mais eficiente sua operação.

Com esse prêmio, a UTC América Latina tem por objetivo levar as empresas a avaliarem seus trabalhos, mensurando o resultado alcançado e reconhecendo o esforço de suas equipes. A ideia é que, ao homenagear realizações bem-sucedidas, o Prêmio ALTA sirva de incentivo para outras companhias buscarem soluções tecnológicas inovadoras.

A avaliação ficará a cargo de um corpo de jurados da própria UTC América Latina. Eles levarão em conta tópicos como a apresentação de benefícios que o sistema de telecomunicações, TI e TO acarretaram para clientes, comunidade e outros; a apresentação do projeto e das ações necessárias para sua implantação, além das melhorias de procedimentos; o uso de inovação; a razão pela qual o projeto foi escolhido, em detrimento de outras possíveis soluções; e, quando houver, a quantificação de resultados.

Aviso importante: para participar do ALTA, o projeto precisar estar, no mínimo, em fase de implantação.

Convidamos as utilities a inscreverem seus projetos (implantados ou em implantação) para concorrer ao Prêmio ALTA. A empresa vencedora poderá indicar um profissional para participar da Conferência da UTC nos Estados Unidos (será convidado da UTCAL).

Mais informações pelo e-mail contato@utcal.com.br.

Melhor apresentação técnica durante o UTCAL SUMMIT 2022 também será reconhecida

A melhor apresentação técnica do UTC América Latina Summit 2022 vai merecer uma honraria especial: o Prêmio Destaque UTCAL. O autor vencedor – escolhido entre todos os profissionais das empresas de energia elétrica, petróleo, gás, processamento de dados e outros, que são membros efetivos da associação – receberá um troféu durante a cerimônia de encerramento. 

O Destaque foi criado para reconhecer os profissionais da indústria de utilities, do mesmo modo que o ALTA homenageia a empresa que melhor utilizou tecnologia em passado recente. Todas as apresentações dos profissionais das empresas associadas serão avaliadas pela plateia presente e por dois jurados indicados pela diretoria da UTCAL.

Aneel abre Consulta Pública 073/2021: contribuições podem ser feitas até
2 de fevereiro de 2022

Trata-se de uma CP para receber subsídios visando ao aprimoramento da minuta de Resolução Conjunta para revisão da regulamentação de Compartilhamento de Infraestrutura entre os setores de Energia Elétrica e de Telecomunicações.

Este assunto, compartilhamento, teve a primeira Resolução Normativa Conjunta (Aneel-Anatel e ANP) emitida em 24/11/1999. O tema é bastante complexo, pois os interesses das empresas de telecomunicações e de energia elétrica são diferentes e as soluções que atendam aos dois lados são difíceis de implementar. Em 27/03/2001 foi emitida a Res. Conjunta #2 regulamentando a Resolução de Conflitos;  a Resolução Conjunta Aneel/Anatel # 4 de 16/12/2014 aprovou o Preço de Referência para Compartilhamento; e, em 2018, a Aneel realizou CP 16/2018, colhendo os subsídios para a Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre a revisão da Resolução Conjunta nº 4/2014 (a Anatel fez o mesmo).

Questões como limpeza dos postes (há muitos cabos não identificados e abandonados, diversos cabos piratas, instalações fora das normas técnicas etc.), preço do compartilhamento, modicidade tarifária e tantas outras persistem até hoje.

O problema é que a tecnologia não para de evoluir e, na nossa opinião, os subsídios sobre este assunto, obtidos em 2018, podem não ser eficazes e suficientes em 2021. Ocorre que estamos em vias de implantação de 5G no Brasil e os desafios são maiores.

A ocupação de um poste por um provedor de telecomunicações 5G vai incluir um cabo de fibra óptica, um rádio (5G) e uma antena. Não podemos nos esquecer de fornecer tensão para o rádio e é possível que seja necessária a instalação de um medidor. Ainda temos que considerar que o raio de cobertura de 5G é muito menor do que o de 4G e que alguns estudos indicam que, em áreas densamente povoadas, serão necessárias 10x mais antenas.

São grandes os desafios dos reguladores, distribuidores de energia elétrica e provedores de telecomunicações. Também na CP 073/2021 foi introduzida a figura de “posteiro”, ou seja, um terceirizado para facilitar e executar os serviços de compartilhamento.

Certamente teremos mais notícias em um futuro próximo sobre este assunto e a UTCAL pretende criar um Grupo de Trabalho para elaborar a contribuição para esta CP.

Em ofício, UTCAL pede providências
à Aneel sobre CP052/2021

A UTCAL encaminhou ofício à Aneel pedindo providências em relação à CP052/2021, que trata do “Regulamento sobre Condições de Uso de Faixas de Radiofrequências no Brasil”. Em nossa avaliação, as propostas de alteração previstas na Consulta Pública poderão ter impactos negativos nas ações que as empresas distribuidoras de energia elétrica do Brasil estão desenvolvendo para modernizar suas plantas industriais. 

Dois tópicos, em especial, demandam atenção: no caso da faixa de 450 MHz a 470 MHz (Capítulo III – Das Condições Específicas, Regulamento, art. 6º, caput; SEÇÃO II), solicitamos a destinação das faixas de frequências compreendidas entre 451 e 458 MHz e 461 e 468 MHz, para o SLP, por um prazo mínimo de 20 anos, em caráter primário e nas mesmas condições técnicas de uso desta faixa de frequências dispostas atualmente para o SMP. 

No caso da faixa de frequências de 900 MHz (Resolução Art. 9º e Regulamento, art. 14, caput; seção V; da faixa de 900 MHz), o uso das faixas de radiofrequências de 898,5 MHz a 901 MHz, de 905 MHz a 915 MHz, de 943,5 a 946 MHz e de 950 MHz a 960 MHz para prestação dos serviços terrestres devidamente destinados se dá em conformidade com os blocos listados na Tabela IV, restrita à respectiva área de prestação. A UTCAL solicitou à ANATEL (na contribuição da CP 052/2021) um estudo de impacto técnico e econômico nos sistemas que atualmente operam na faixa de frequências em pauta. Também pediu a manutenção do status quo regulatório, descartando as alterações propostas nessa CP 052. 

Nos dois casos, a UTCAL reiterou a necessidade de um ambiente de segurança regulatória, tanto no âmbito da Aneel quanto no da Anatel, para que as concessionárias de energia elétrica, água e gás continuem investindo na modernização de seus sistemas, inclusive telecomunicações, de forma a fomentar o desenvolvimento desses setores no cenário nacional. 

Webinars debatem rotina operacional do ONS

Dois webinars, realizados nos dias 25 de novembro e 9 de dezembro, destacaram aspectos importantes da Rotina Operacional do ONS. No primeiro evento, "Aderência das soluções de segurança cibernética para atendimento da rotina operacional - Módulo 5 do ONS", com Severiano Leão Macedo, Digital Transformation Advisor da Cisco, foram abordados os seis pilares (Arquitetura, Governança, Inventário, Gestão de Vulnerabilidades, Gestão de Acessos e Monitoramento e Resposta a Incidentes) que compõem a nova rotina operacional RO-CB.BR.01 do ONS. Ao longo do encontro, foram propostas soluções para cada um dos pilares, avaliando a aderência com as soluções de segurança da CISCO.

O segundo encontro, a live "Os desafios de cumprir a rotina operacional do ONS", reuniu especialistas da Fortinet, Accenture, Nozomi, Schneider, CPFL e EDPBR, e tratou, entre outros temas, da necessidade de se criar uma cultura de cybersegurança nas empresas.

Conteúdo e Redação: LGA Comunicação
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